Barbacena é a cidade das rosas e dos loucos 
mas os loucos chegaram primeiro 


Os loucos se anteciparam as rosas 
e desembarcaram na estação 
Sanatório >
depois da fundação do HCB
Hospital Colonia de Barbacena 






Criado em agosto de 1903 
<- na  fazenda da Caveira 
que pertencera ao “traira” 
Joaquim Silveira dos Reis 
o HCB tinha tudo para dar certo:



Leito para 200 internos centro hortifrutigrangeiro 
oficinas de carpintaria olaria e bom sucesso garantido 
por seu potencial auto-sustentável 
e pela aplicação do novo método manicomial-iluminista 
de Phillippe Pinel
1 (3) verde (Copiar)



Pavilhão feminino do HCB ->


Lasciate ogni speranza
voi che entrate



O HCB tinha tudo para dar certo  e ia dando certo
Sua fama de 
“referência em Assistência à Alienados ” porém
 escapou garbosa casquilha e pimpona de Barbacena
sobre trilhos das estradas de ferro recém-construídas por
Henrique Dumont (avô da aviação)

Embora a obsessão do filho
aparentemente não o preocupasse 
Henrique precavido entroncou 
Cabangu – Sanatório

trilhos-imagem-227b-1Cabangu

         

                                                                     Ah, mas a fama do HCB
 foi fhemig-051longe demais

Ultrapassou ramais ferroviários
do sertão  mineiro 
da serra da Mantiqueira
 lançou olhar iluminista de Pinel
sobre alienação mental
na emergente Republica brasileira
e voltou à Barbacena
rebocando trens lotados de seres humanos
                                                                  excluídos social e mentalmente


Partiu  trem de doido


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Bem-vindo 

 Cemitério da Paz
Nossa fortuna nosso túmulo
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Tragédia do hospício de Barbacena:
superlotação
descontrole
omissão 
descaso 
abandono
60 mil mortos 
centenas… de túmulos
silêncio e anonimato

museu-lou-sem-cor

Museu da Loucura 
Barbacena-MG

 

 



Pensava que
loucura  fosse ilha
mas é continente
_ Simão Bacamarte

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Centro de Memória e Biblioteca do HCB

 

 






Antigo pavilhão feminino do HCB

Hospital Colonia de Barbacena



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— Se é verdade que o Hospício foi levantado com dinheiro das loterias e títulos nobiliários, que o José Clemente chamava imposto sobre a vaidade, é evidente que o Hospício deve ser entregue aos doidos, e eles que o administrem.
O grande Erasmo (ó Deus!) escreveu que andar atrás da fortuna e de distinções é uma espécie de loucura mansa; logo, a instituição, fundada por doidos, deve ir aos doidos. O Alienista – M. de A.

                                  

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Ruína   
Sanatório de Barbacena 
Hotel e Casa de Saúde
e
 1º pavilhão de Assistência à Alienados de MG 
(Origem do HCB)


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Biblioteca e Centro de Documentação 
 Fhemig
 Barbacena-MG




Museu Lago fantasma








Museu da Loucura
Barbacena-MG







 


“M. de A. conheceu as ruas íngremes e pedregosas de Barbacena e as preciosas obras de arte da sua 
principal igreja”



“A dúvida acadêmica desfez-se quando se comprovou
a idado Bruxo a Minas Gerais, para uma tríplice parada
em Juiz de Fora, Sítio e Barbacena.
Andou de trem, a cavalo e de carruagem.
Portanto, as referências a Barbacena,
no começo e no fim do clássico “Quincas Borba”,
foram produto de experiências vividas”
http://www.gabrielchalita.com.br/index.php/features/educacao-em-foco/item/779-machado-de-assis-nas-alterosas.html



Recorde na superlotação no HCB: + ou – 5 mil entre 50/70. 



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Estação Sanatório [1600x1200] [1600x1200] [1600x1200] a (Copiar)